Comecemos pela origem

Com o aumento do consumo de alimentos e a alteração dos padrões de consumo à escala global, a Terra já esgotou uma boa parte dos seus recursos naturais.

Por isso, um dos maiores desafios dos retalhistas passa por garantir que, face à escassez de recursos, é implementada uma estratégia inteligente, que não ponha em causa o abastecimento das lojas, mas que também não crie desequilíbrios na produção, para assim dar resposta à procura de milhões de consumidores por alimentação de qualidade.

Com mais de 4.000 lojas alimentares espalhadas por 3 países, o Grupo Jerónimo Martins acredita que a compra de produtos a fornecedores locais é muito mais do que uma necessidade. É a forma ideal de potenciar o desenvolvimento das economias locais e, ao mesmo tempo, de oferecer os alimentos mais frescos aos seus clientes.

Quer esteja em Portugal, Polónia ou Colômbia, saiba que o Pingo Doce, o Recheio, a Biedronka e a Ara procuram comprar os produtos que vendem nas suas lojas a fornecedores locais, ao invés de os importar, sempre que possível.

Afinal, a dimensão internacional do Grupo Jerónimo Martins não o impede de adaptar a oferta ao país ou região onde estão as suas lojas. E o Be The Story já andou a espreitar alguns exemplos de histórias de fornecedores que merecem ser contadas, como é o caso do tomate Malinowy na Polónia, ou da carne bovina Angus 100% nacional, em Portugal.

 

Menos impactos no ambiente

Ao optar por fornecedores locais, o Grupo Jerónimo Martins consegue reduzir a pegada de carbono, contribuindo para a preservação do ambiente. Havendo menos importações, há menos impactos negativos dos transportes a partir de longas distâncias, com a diminuição das emissões poluentes.

Há, no entanto, situações em que é necessário recorrer à importação de produtos. E estão bem identificadas as condições que obrigam a isso:

  • Escassez devido à sazonalidade na produção; é um fenómeno comum nas frutas e vegetais, quando os fornecedores locais estão limitados por motivos que escapam ao seu controlo, ou quando o consumidor procura frutas sazonais durante todo o ano;
  • Quando não existe qualquer produção a nível nacional ou, então, quando o volume produzido não é suficiente para garantir o abastecimento regular das lojas;
  • Quando a relação qualidade-preço dos produtos fornecidos localmente impede que o Grupo consiga proporcionar aos seus consumidores a melhor qualidade ao melhor preço.

 

Distinguir produtos comprados a fornecedores locais

Para que o cliente saiba que está a comprar produtos locais, são colocadas etiquetas ou autocolantes nos produtos provenientes de fornecedores locais, como acontece com as frutas e os vegetais.

tomate em balança

Em Portugal, é frequente encontrar a mensagem “100% Nacional” nos produtos de Marca Própria do Grupo que têm origem local. Na Polónia, as indicações mais utilizadas são “Polski Produkt” (“Produto Polaco”) e “#jedzcopolskie” (“Coma o que é Polaco”). Na Colômbia, vê-se a etiqueta “Hecho en Colombia” (“Feito na Colômbia”) em muitas das Marcas Próprias da Ara.

Compromisso do Grupo Jerónimo Martins

O Grupo Jerónimo Martins assumiu o compromisso de garantir que pelo menos 80% dos produtos alimentares vendidos nas suas lojas provêm de fornecedores locais.

Por isso, em 2018, 84% dos produtos vendidos nas lojas Pingo Doce e Recheio vêm de fornecedores nacionais. Na Polónia, esse valor chega aos 92% e na Colômbia, ultrapassa os 95%.

Seja em que país for, o Grupo Jerónimo Martins defende que o movimento pela alimentação sustentável tem de começar na “fonte”, isto é, nos fornecedores. Só assim se torna possível estimular as economias locais, fortalecidas por relações de confiança e de longa duração.